Tenho errado grande e muito,
tenho errado pequeno e muito.
tenho errado pequeno e muito.
Assim, ao avanço, eu vi.
Nesse desenfreio, comboio de arrasto.
Fui, tenho ido, tenho levado, erro, qual.
Era sempre, sempre a exceção, que são, que somos, elas.
Ao que, me perdoou a letra, que exceção já mais não era
era aquilo, no espelho do seguinte, polido o ontem,
o outro que fizera, que não havia, que não pudera.
Encontrei-me agora, antes e ainda quem dera, ali,
rascunhando naquele papel, nem pardo nem gasto
mas branco, que agora verdade que era, que sentia,
que sentia muito.
Que esperava, ainda, ver a próxima.
Marcava o caminho com pedra.
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