Fellini estava acima de esquemas: não era comunista, nem fascista, nem cristão, nem ateu, mas tinha uma coisa preciosa para um artista - o que Shakespeare chamou de "o leite da bondade humana". Os idiotas criticavam-no chamando-o de grande "mistificador" e ele disse: "Pode ser que eu seja mesmo, pois minha adesão à realidade é sempre subjetiva, emocional."
Arnaldo Jabor
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